Aumentos na tarifa de energia

Atualizado: 29 de Mai de 2019

Nos últimos meses temos observado diversos aumentos na conta de luz, que são calculados à partir da tarifa de energia em kWh. A cobrança é feita multiplicando o consumo durante os dias entre a medição anterior e a atual pelo valor da tarifa de energia. Quando alguma notícia sobre aumentos na tarifa energia aparece, geralmente por decisões da ANEEL, a instalação de placas solares (fotovoltaicas) se tornam mais viáveis economicamente.


Os sistemas fotovoltaicos são a principal alternativa para reduzir o gasto com energia elétrica e os impactos no orçamento com os aumentos na tarifa.

Diversos motivos são a causa desses aumentos, entre eles: Inflação, termelétricas, estiagens, empréstimos às distribuidoras públicas que dão prejuízo, compensação de subsídios às famílias de baixa renda (baixo consumo), furtos de energia/"gatos" e também incentivos à aquisição de equipamentos para geração alternativa de energia, como a solar e eólica.


É difícil fazermos uma comparação entre as tarifas de 2014 e 2018, pois cada região, bairro, subestações e grupos tarifários possuem sua forma de cobrança, mas podemos citar os valores de R$ 0,54 em 2014 e R$ 1,05 em 2018. Percebeu o aumento de quase 100%? Se você possui as contas antigas, vale conferi-las para perceber a importância de nos conscientizarmos em relação à energia.


Nosso conforto depende de energia, nosso trabalho, alimentação, saúde...


Em breve veremos os veículos elétricos com maior frequência nas propagandas e concessionárias; E para o bem da humanidade, na sua garagem de casa.


Então por que esperar?


Da mesma forma que os carros elétricos custarão mais do que os tradicionais Flex, o custo do combustível em relação à energia compensará em poucos anos a diferença. E se a gasolina, álcool e diesel aumentarem, mas você produz energia em seu telhado? Este é o presente e o futuro, a sustentabilidade.


Os preços estão altos? Devo aguardar maiores incentivos? Preciso de financiamentos com taxas de juros menores?


Estas são as dúvidas que pairam sobre aqueles que precisam tomar uma atitude sustentável, mas consigo resumir com a seguinte frase: O equipamento se paga ao longo dos anos! É um investimento! Na faixa de 2% ao mês.


Por exemplo: Se você adquire e instala um kit com 6,48 kWp (24 placas de 270w) com valor total de R$ 30.000,00 e produz em média 800 kWh por mês, economizando na faixa de R$ 800 por mês, em menos de 38 meses você retorna seu investimento. São um pouco mais de 3 anos para poder falar que o equipamento se pagou, afinal, você estaria pagando por esta quantidade de energia se fosse fornecida pela concessionária. Se precisar financiar, basta fazer o mesmo cálculo com o valor total financiado: R$ 40.500,00 divididos por R$ 800. O retorno será em 50 meses (4 anos e 2 meses).


Os sistemas fotovoltaicos duram cerca de 40 anos, as placas possuem garantia de 25 anos contra perda de eficiência ao longo dos anos devido à oxidação e cada vez mais empresas especializadas poderão prestar assistência, caso necessário, pois a chuva e inclinação cuidam da limpeza de poeira das placas.


As linhas de financiamento ainda não fazem as prestações serem mais baixas do que a economia na conta de luz, a não ser com o BNDES (que nenhum banco público no Rio de Janeiro como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal aderiram ao programa Fundo Clima lançado em maio/2018 e esgotou em agosto para pessoas físicas e jurídicas). As taxas de juros com bancos privados estão entre 1,19 e 2,08% ao mês (C.E.T - Custo Efetivo Total).


Esperar o verão para sentir na pele os aumentos dos últimos meses pode não ser um bom negócio. Vale a pena orçar um sistema e se planejar, mesmo que seja para atender metade do seu consumo e posteriormente adquirir o restante.


Faça sua média de consumo mensal dividindo seu histórico anual por 13 (Ex.: Agosto/2017 a Agosto/2018). Uma forma rápida de dimensionar um kit fotovoltaico é saber que cada placa gera aproximadamente 33,7 kWh por mês (Ref.: INMETRO/Canadian Solar de 270w) e que as concessionárias cobram uma taxa mínima de 100 kWh para medidores trifásicos (maioria das ligações), 60 kWh para medidores bifásicos e 30 kWh para medidores monofásicos.


Pense que irá investir começando com R$ 12.000,00 (200 kWh/mês), R$ 17.000,00 (400 kWh/mês), R$ 30.000,00 (800 kWh/mês)... Uma residência de alto padrão (consumo de aprox. 1.500 kWh/mês) investirá R$ 50.000,00 para gerar 1.400 kWh/mês.


Livre-se dos aumentos e adquira sua independência energética.


A taxa mínima cobrada pelas concessionárias é lei e é justificada pela manutenção da rede de distribuição. A contribuição pública também é cobrada. Existe diferença entre a TUSD Injetada (R$ 0,30) e Fornecida (R$ 0,45) - Tarifa de Utilização do Sistema de Distribuição, que inclui as perdas de energia e manutenção da rede externa da concessionária.

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